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Quais são os ganhos da utilização de Multissítio desde o início da lavoura de soja?

UPL
7 de novembro de 2018

Engenheiro Agrônomo, Ayrton Berger e o Gerente Sênior de Inovação, Rafael Pereira falam da importância da vigilância e da aplicação preventiva de multissítio quando o assunto é Ferrugem

Dentre os pesquisadores, consultores e técnicos, doenças como a ferrugem da soja podem apresentar seus primeiros sinais desde o início da fase vegetativa da cultura da soja, mais especificamente a partir do primeiro nó e folhas unifoliadas abertas. A partir deste momento, a planta inicia sua consolidação no campo e, consequentemente, o processo de construção do potencial produtivo da lavoura começa. E é nesse período em que o agricultor e seus técnicos responsáveis devem ser vigilantes e não podem perder a cultivar de vista, monitorando e projetando a primeira aplicação do fungicida adequado. “Porém o fungicida utilizado nesta aplicação deve ser seletivo à cultura da soja (não causar fitotoxicidade) e levar a combinação de um multissítio com os fungicidas específicos visando o início do controle preventivo da ferrugem, bem como já iniciando as boas práticas do Manejo da Resistência da Ferrugem”, explica o Gerente Sênior de Inovação e Desenvolvimento da UPL, Rafael Pereira.

Pensando e se antecipando às necessidades do produtor, a UPL lançou Tridium, uma combinação de três fungicidas, com efeito de contato com ação multissítio, o Mancozebe, a Azoxistrobina, que interfere na respiração mitocondrial e o Tebuconazol de efeito sistêmico que atua como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, segundo classificação internacional do FRAC. “Por suas características distintas apresenta completa ação fungicida devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, penetração e desenvolvimento no tecido foliar e sua esporulação. Por esta ação diferenciada torna-se excelente opção no manejo da resistência e que recomenda-se adotar já no início do desenvolvimento da cultura, ou seja, antes do aparecimento visual dos sintomas e o que compreende os estádios fenológicos”, explica Pereira.

O monitoramento, o manejo de resistência e a aplicação de multissítio são algumas das observações importantes levantadas pelo Engenheiro Agrônomo, Mestre e Coordenador da Estação Experimental de Ituverava da UPL, Ayrton Berger, para a cultura da soja: “A Ferrugem Asiática da soja já causou muitos prejuízos ao agricultor brasileiro desde 2001, quando foi detectada pela primeira vez no Brasil. Esta doença, após iniciada na lavoura, tem uma progressão muito rápida e o controle químico não se mostra muito eficaz se utilizado em áreas já com incidência da doença. Por este motivo o monitoramento constante e a aplicação preventiva de fungicidas no início do ciclo da soja são de extrema importância”, explica.

A busca constante da UPL em trazer novas soluções ao agricultor brasileiro e prolongar a vida útil dos produtos existentes, além dos fungicidas com sítio de ação específico e suas combinações para o controle da ferrugem, tem sido o trabalho desenvolvido diariamente pela empresa. “Fica evidente ao constatar que existe a redução da eficiência de muitos produtos em função da adaptação de fungos, pragas ou plantas daninhas através de um processo de seleção natural destes organismos e que ao final, trazem o cenário da conhecida resistência. O número de opções de moléculas também vem reduzindo, comprometendo desta forma o controle efetivo da ferrugem asiática da soja, por exemplo, que é uma das doenças mais severas que incide nessa cultura”, alerta Pereira.

Resistência de doenças a produtos, aumento da pressão de seleção da Ferrugem já seriam motivos de sobra para se estar em alerta. Mas, os ganhos para o produtor também são inúmeros não somente na produtividade, qualidade da soja, bem como no bolso. “Há relatos de que a Ferrugem Asiática pode reduzir a produtividade em até 75%, com isso levando todo o lucro do agricultor. Adotando o controle preventivo desta importante doença, juntamente com o uso de fungicidas multissítios em todas as aplicações para o manejo de resistência, o sojicultor estará garantindo a manutenção de altas produtividades em suas áreas, sem danos causados por ferrugem asiática”, finaliza Berger.

SOBRE A UPL
A UPL, uma empresa indiana que traz soluções inovadoras e sustentáveis em proteção de cultivos para o agricultor. Fundada em 1969, a companhia atua hoje em mais de 124 países com 28 fábricas que desenvolvem e comercializam produtos da mais alta qualidade, segurança e tecnologia. No Brasil, onde atua desde 2006, conta com fábrica e estação experimental em Ituverava-SP e, foi eleita por dois anos consecutivos como uma das melhores empresas para se trabalhar pela Great Place to Work®. Por seu trabalho com produtores e pesquisadores para encontrar soluções mais eficientes para campo e através de novas formulações e produtos, equipe especializada e expansão de portfólio, a empresa conta com forte presença nos mercados de soja, milho, cana-de-açúcar, arroz, café, feijão, citros, algodão, pastagem e hortifrúti.
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